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Texto extraído do projeto pastoral da Paróquia Assunção de Nossa Senhora É uma contribuição voluntária, regular, periódica e proporcional aos rendimentos auferidos, que todo batizado deve assumir como sua obrigação - mas também seu direito - em relação à manutenção da vida da Igreja local onde participa. Segundo a Sagrada Escritura, o dízimo é a décima parte recolhida como taxa. No Antigo Testamento (AT), aparece recolhida como taxa religiosa; a prática religiosa é não limitada a Israel; o dízimo pago por Abraão a Melquisedec (Gn 14,20), e prometido a Iahweh por Jacó (Gn 28,22), pode representar antigas práticas de culto. A citação certamente mais antiga do dízimo é de Am 4,4, que menciona o dízimo pago 2. As dimensões do Dízimo - Pelo Batismo nos tornamos filhos adotivos de Deus e membros de sua Igreja. - Assumimos desde então o compromisso de fidelidade a Deus e o dever de prestar-lhe um culto de louvor, estabelecendo-se a dimensão religiosa do nosso ser cristão. - Esse mesmo compromisso de fidelidade a Deus exige de nós o cuidado para com o nosso próximo pois não é possível amar a Deus a quem não se vê, se não amamos ao nosso próximo a quem vemos. É a dimensão fraterna ou social do ser cristão. - Ainda pelo mesmo compromisso de fidelidade a Deus somos convocados a proclamar o Evangelho a todos os povos, na dimensão missionária de todo batizado. - Como podemos perceber, toda a ação pastoral da Igreja está envolvida com estas dimensões. Seja a catequese, a liturgia, o cuidado com os doentes, os jovens, os idosos, etc. (A catequese da primeira eucaristia, por exemplo: procura preparar os catequisandos para a recepção da primeira comunhão e de todas as outras que hão de vir. Mas a comunhão só é possível quando acontece com Deus e com o próximo e quando dá sentido à missão de evangelizar que compete a todo batizado. - Assim, também o dízimo que é a retribuição a Deus de uma parte de tudo o que Ele nos dá, contempla essas 3 dimensões quando aplica os recursos partilhados pela comunidade. - Na dimensão religiosa o dízimo deve suprir com recursos, todas as necessidades direta ou indiretamente ligadas ao culto e aos seus ministros. Gastos com o templo - manutenção, salário do padre e dos funcionários, encargos, energia elétrica, água, telefone, impressos, paramentos litúrgicos, velas, vinho, hóstias, equipamentos de som e audiovisuais, etc. - Na dimensão social o dízimo deve suprir as necessidades dos irmãos mais necessitados da comunidade, atendidos pelas pastorais sociais. As nossas pastorais sociais cuidam da promoção do ser humano e neste seu trabalho de misericórdia e compaixão resgatam a dignidade dos irmãos assistidos. - Na dimensão missionária, o dízimo deve sustentar financeiramente as ações de evangelização da comunidade exercidas fora do território da paróquia. Ajuda à Cúria, ao Seminário e às missões de um modo geral. 3. A inclinação do cristão para o dízimo O Cristão tende a ser dizimista! Essa tendência será tanto mais acentuada quanto maior seja o grau de consciência de sua co-responsabilidade na edificação e sustento do corpo eclesial. Devemos ser, como ensina o Apóstolo Pedro, “pedras vivas no edifício espiritual”(I Pd 2,5), e só a participação regular da vida em comunidade revela ao fiel as muitas carências dos recursos para uma eficaz ação pastoral. Infelizmente é quase geral o conceito que o dízimo é um instrumento arrecadador de dinheiro. Porém, a arrecadação deve ser vista como conseqüência da conscientização e não o motivo principal que move alguém a se tornar dizimista. De fato, se me comprometo a contribuir porque a Igreja precisa - e sabemos que precisa de recursos para a sua ação apostólica, - eu posso ter uma motivação até suficiente, porém imediatista e pouco conforme ao verdadeiro sentido do Dízimo que é o de retribuir a Deus, render-Lhe graças por todos os benefícios recebidos. Se me convenço de que os bens todos são gerados por Deus e colocados a serviço da humanidade e que participando gratuitamente destes benefícios sou movido a retribuir com uma parcela reservada aos “tesouros do templo” (cf. Ml 3,10), é quase certo que o meu grau de motivação será mais profundo e permanecerá ainda quando as necessidades eclesiais não pareçam tão emergenciais e urgentes. Ou seja, o meu dever de contribuir e retribuir a Deus permanece ainda quando as carências imediatas estejam supridas, porque as necessidades na Igreja extrapolam a dimensão religiosa - a mais imediatamente ligada ao culto, - para chegar às dimensões missionária e social, onde os recursos são sempre necessários - ou poderíamos afirmar que não existem carentes a reclamar a nossa solidariedade e ajuda, ou ainda, a missão está concluída e já não é mais necessário evangelizar? As ajudas esporádicas, mesmo quando generosas, não promovem a utilização mais racional e sistemática dos recursos na Igreja. As ofertas nas celebrações, por outro lado, são absolutamente necessárias porque a escritura nos diz: “não comparecerás diante do Senhor com as mãos vazias” (Dt 16,16), porém, não substituem o Dízimo e nem são por este substituídas. As ofertas, profundamente enraizadas no ato de cultuar, são também frutos do trabalho do homem associadas às oferendas do pão e do vinho no Ofertório da Missa, de tal sorte aquele que não se aproxima do altar fazendo sua própria oferta, ainda que a entrega de si mesmo, não participou plenamente do ato sacrifical realizado. O Dízimo, por sua vez, está ligado à vida quotidiana da Igreja, da qual cada dizimista faz também parte, e objetiva ser um combustível que a dinamiza e expande. Todos os recursos obtidos, de uma ou de outra destas formas não excludentes entre si como já se salientou, destinar-se-ão sempre a gerar os melhores mecanismos para a Evangelização, quer sejam aplicados diretamente na paróquia, quer se apliquem nas missões ou no suprimento de carências sociais da comunidade. Se participar é contribuir e se contribuir é participar, através do Dízimo praticamos ambas as ações. Portanto, é próprio do cristão e do cristão católico em particular, assumir a condição de dizimista em sua comunidade de fé. 4. Reflexões sobre a Pastoral do Dízimo Então a Pastoral do Dízimo deve ser constituída para arrecadar dinheiro para a Paróquia? Embora a conseqüência natural da implantação do dízimo seja um crescimento na arrecadação paroquial o objetivo da organização da Pastoral do Dízimo nunca deveria ter essa conotação de resolver o problema de caixa da paróquia, mas conscientizar o paroquiano da sua responsabilidade com a comunidade da qual faz parte. Nesse caso, o que justifica a organização da Pastoral do Dízimo na paróquia? Sabemos que a Eparquia tem um Plano de Pastoral e que em, certa medida, tudo o que acontece ao nível da Eparquia/Diocese deveria acontecer na paróquia. Logo, todas as pastorais que existem na eparquia, ou ao menos aquelas possíveis em cada paróquia, deviam ali existir. O bom desempenho pastoral na Igreja depende do harmônico funcionamento das diversas pastorais e a Pastoral do Dízimo tem o seu papel importantíssimo na Pastoral de Conjunto. Qual é a importância da Pastoral do Dízimo para a Paróquia? Para que aconteça uma Pastoral de Conjunto dinâmica e atuante é necessário que todos contribuam. A participação não é meramente financeira mas implica também na doação pessoal à comunidade de tempo e talentos. A Equipe Paroquial da Pastoral do Dízimo tem preponderantemente o papel de conscientizar cada participante da comunidade de sua responsabilidade em contribuir em todos os sentidos para com essa mesma comunidade e toda a Igreja. Quais as tarefas próprias da Equipe Paroquial da Pastoral do Dízimo? O seu papel preponderante é o de ser conscientizadora. Mas há tarefas a serem executadas. Tarefas de cadastro de dizimistas, arrecadação do dízimo ao final das missas, redação e remessa de correspondências diversas aos dizimistas, confecções de cartazes, visitas, participações eventuais nas celebrações comemorativas do Dízimo e muitas outras circunstâncias que podem surgir, sem esquecer de um fator muito importante que é a prestação de contas regulares e periódicas à comunidade das arrecadações e gastos ocorridos. Pelo tipo de tarefas mencionadas parece que somente deveriam ser membros desta Pastoral os executivos, advogados, contadores, secretárias e profissionais administrativos? Se considerarmos apenas as tarefas de organização, cadastro e organização é provável que a resposta seja sim, mas lembremo-nos que a principal função da Equipe Paroquial da Pastoral do Dízimo é o de ser conscientizadora da necessidade de todos serem dizimistas. Se alguém participa regularmente da comunidade pode ser membro da Equipe Paroquial da Pastoral do Dízimo? A condição essencial para ser membro da Equipe Paroquial é a de ser um dizimista consciente, o que implica em freqüência e participação assíduas, independente de status social, intelectual ou profissional. Após todas as perguntas e respostas anteriores não fica ainda a impressão de que a Pastoral do Dízimo seja na verdade uma forma de resolver o problema da falta crônica de dinheiro nas Paróquias? Não. A falta crônica de dinheiro nas paróquias é uma conseqüência. A causa é a falta de conscientização da responsabilidade de todo batizado em participar e cooperar para sustentar a vida de sua comunidade de fé. Onde devo levar o Dízimo? “Então, ao lugar que o Senhor, vosso Deus, escolheu para estabelecer nele o seu nome, ali levareis todas as coisas que vos ordeno: vossos holocaustos, vossos sacrifícios, vossos dízimos, vossas primícias e todas as ofertas escolhidas que tiverdes prometido por voto ao Senhor”. (Dt 12,11s). O Dízimo pertence a Deus e é no Templo que deve ser entregue, ou seja, na nossa Paróquia onde participamos regularmente. Levar um auxílio a um pobre, fazer um donativo a uma instituição beneficente são obras muito boas e agradáveis a Deus mas não são Dízimos e não nos isentam de contribuir com o Dízimo. Quando devo contribuir com o meu Dízimo? O Dízimo, sendo uma contribuição regular e periódica e proporcional ao ganho de cada dizimista, deve ser entregue na comunidade com a mesma regularidade que acontecem o recebimento desses ganhos. Normalmente costuma ser mensal. Qual deve ser a porcentagem utilizada para o dizimista para definir a sua contribuição? Embora a palavra Dízimo tenha o significado de décima parte, ou dez por cento, cada pessoa deve livremente definir, segundo os impulsos de seu coração, sem tristeza e nem constrangimento, qual seja o percentual de seus ganhos que deve destinar ao dízimo a ser entregue para a sua comunidade. No entanto, a experiência tem comprovado que aqueles que, num passo de fé e respondendo à promessa de Deus em Malaquias 3,10 - optaram pelo dízimo integral dos 10 por cento - não se arrependeram de tê-lo feito e nem sentiram falta em seus orçamentos, ao contrário sentem-se mais abençoados que antes, quando suas contribuições eram proporcionalmente menores. De qualquer modo, cada dizimista deve sentir-se livre diante de Deus para fixar o percentual de sua contribuição. Todos os domingos participo da missa e faço a minha oferta no momento próprio do ofertório. Mesmo assim devo contribuir com o Dízimo? De fato, a liturgia prevê um momento em que somos convidados a oferecer os nossos dons diante do altar do Senhor e nesse momento ninguém deve comparecer de mãos vazias (cf. Dt 16,10.15-17). Oferecemos o que trazemos em nosso íntimo e também fazemos a nossa oferenda material. Não participar desse momento especial da liturgia é não participar da Missa plenamente. Mas quando fazemos a nossa oferta na Missa não estamos isentos de contribuirmos com o nosso Dízimo e nem mesmo de darmos esmolas e praticar outras obras de caridade. 5. Dízimo e ofertas 5.1 Dízimo Como já vimos no conceito, dízimo é a contribuição voluntária, regular e proporcional aos ganhos de cada um com a qual o cristão participa das responsabilidades de manter as atividades de sua comunidade de Fé. Reflete no gesto concreto de partilha, o vínculo que o fiel tem com a sua comunidade. O Dízimo é aplicado em 3 dimensões: - Dimensão Religiosa: despesas com o Culto, com o sacerdote, com o templo. - Dimensão Social: ajuda aos mais necessitados. - Dimensão Missionária: Despesas com a Evangelização fora dos limites da comunidade. Ajuda a outras paróquias e comunidades, obras missionárias. Há muitas passagens bíblicas sobre o Dízimo, uma das principais é o texto de Malaquias 3,10: (AM 1282) “Pagai integralmente os dízimos ao tesouro do templo, para que haja alimento em minha casa. Fazei a experiência, diz o senhor dos exércitos, e vereis se não vos abro os reservatórios do céu e se não derramo a minha benção sobre vós muito além do necessário”. Contribuir com o Dízimo regularmente é um privilégio que temos como bons católicos: contribuir com a sustentação da nossa família de irmãos na fé. Isso não elimina os demais atos de caridade que como cristão somos convidados a realizar: a esmola, os gestos de caridade, as ofertas. 5.2 Ofertas São os donativos entregues durante o ofertório das missas. Está vinculado à Liturgia. No ofertório apresentamos os dons do pão e do vinho que serão consagrados e tornados Corpo e Sangue do Senhor. Ao lado desses dons que apresentamos ao altar do sacrifício Eucarístico somos convidados a doar a nossa vida com tudo o que ela contém: dores, alegrias, o que somos, o que temos. Doamos também algo de nós, um bem material, a oferta em dinheiro, fruto do nosso suor e que destinamos a sustentar o culto a Deus e às preocupações materiais da Igreja com seus próprios gastos e com a ajuda aos irmãos em dificuldade. Por mais piedosa que seja a nossa participação da liturgia eucarística ela não será plena se não participarmos fazendo a nossa oferta. Mesmo quando não temos nenhum valor para ofertar, ainda assim devíamos nos aproximar do altar e fazer a oferta da nossa vida a Deus. Textos Bíblicos: Ecle 35, 6.11-12: (AM 913): “Não te apresentarás diante do Senhor com as mãos vazias;” “Faze todas as tuas oferendas com um rosto alegre, consagra os dízimos com alegria. Dá ao Altíssimo conforme te foi dado por ele, dá de bom coração conforme te foi dado por ele, dá de bom coração de acordo com o que tuas mãos ganharam. II Cor 9, 7: (AM 1488): “Dê cada um conforme o impulso do seu coração, sem tristeza nem constrangimento. Deus ama o que dá com alegria. Poderoso é Deus para cumular-vos com toda a espécie de benefícios, para que tendo sempre e em todas as coisas o necessário, vos sobre ainda muito para toda a espécie de boas obras.” O Dízimo é bíblico – é encontrado em muitos livros da Bíblia, desde o Gênesis até as cartas paulinas. No tempo das tribos de Israel, que eram em número de doze, existia a tribo de Levi que servia ao altar e não tinha nem campos para cultivar e nem rebanhos. Devia ser sustentada pelas outras onze tribos que separavam uma parte de suas colheitas e de seu rebanho e entregavam aos levitas, bem como aos estrangeiros, aos órfãos e às viúvas. O dízimo perdeu a sua força na Igreja católica aqui no Brasil, porque até a proclamação da república, os dízimos eram cobrados pelo estado e este repassava à Igreja. Como era um imposto e tinha uma administração falha, perdeu a sua credibilidade e gerou um certo preconceito no meio católico, que perdura até os dias atuais. Mas os bispos do Brasil em épocas recentes, voltaram a refletir nas Assembléias da CNBB e concluíram que o Dízimo é o mecanismo mais adequado para a sustentação das Igrejas em sua tarefa de evangelização. É o melhor sistema porque é bíblico, porque estimula a todos a contribuir, cada um conforme as suas posses e possibilita a eliminação de muitos artifícios de arrecadação que não tem absolutamente nada a ver com a missão de evangelizar da Igreja, como bingos, rifas, bailes, jantares, quermesses e outros eventos sem nenhuma dimensão de espiritualidade. Ainda mais importante, torna possível eliminar paulatinamente as taxas cobradas por ocasião da celebração de missas e batizados. No conceito popular, estas taxas, muitas vezes dão uma idéia, ainda que errônea, de mercantilização dos sacramentos. Se as autoridades da Igreja estimulam a implantação do dízimo nas paróquias, podemos dizer que o dízimo é um direito e também um dever de todo católico em participar e contribuir com a missão da Igreja, da qual cada um é membro. O valor arrecadado através da contribuição do Dízimo é aplicado em três dimensões pastorais, a Dimensão Religiosa, a Dimensão Social e a Dimensão Missionária. Na Dimensão Religiosa, que é a mais diretamente ligada ao culto, o Dízimo destina-se a sustentar as despesas do templo e sua manutenção com água, luz, telefone, material de limpeza, som, bem como os salários dos empregados e do padre e as despesas do altar com velas, vinho, hóstias, alfaias, etc. Na Dimensão Social, o Dízimo destina-se a contribuir para assistir, através das pastorais sociais, as necessidades dos irmãos que tem dificuldades financeiras, doenças, desemprego, etc. Na Dimensão Missionária, o Dízimo destina-se a contribuir para a Evangelização da Igreja, fora do território da paróquia e mesmo do país. Aqui também entram a contribuição à Cúria Diocesana e ao Seminário. Embora o Dízimo não seja uma moeda de troca, sabemos que o dizimista tem a promessa de Deus de retribuir abundantemente a sua fidelidade na contribuição ao Dízimo. É o que nos garante a Palavra de Deus no texto do profeta Malaquias 3,10: “Pagai integralmente o Dízimo aos tesouros do templo, para que não falte alimento a minha casa. Fazei a experiência, diz o Senhor do Exércitos, e vereis se não vos abro os reservatórios dos céus e se não derramo bênçãos sobre vós, muito além do necessário”. Por outro lado, embora a palavra dízimo tenha o significado de dez por cento, décima parte, São Paulo nos ensina que a nossa contribuição não necessita se basear num percentual rígido, o critério para definir o valor do dízimo é o impulso do nosso coração. Devemos contribuir com o máximo que o nosso orçamento possa suportar. Assim, quem pode dar 10% não contribua com menos. Quem puder dar 5% não dê 4, quem puder dar 3% não dê 2. “Dê cada um conforme o impulso de seu coração sem tristeza nem constrangimento, pois Deus ama a quem dá com alegria” II Cor. 9,7.
Dízimo é a soma de gratidão com louvor a Deus; Dízimo – ato consciente, gesto de gratidão; Dízimo – um privilégio do cristão consciente; Cristão responsável – dizimista consciente; O Dízimo é um reflexo da generosidade divina nos mananciais da Igreja; Teu dízimo é fonte de evangelização; Igreja sem Dízimo é Igreja carente; Cristão dizimista é cristão consciente!; O Dízimo não é uma troca com Deus; É nossa resposta de gratidão!; O Dízimo é o fruto; Dízimo é atitude de comunhão; O Dízimo é a porção separada e singelamente ofertada ao Divino doador.
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