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Padres Basilianos

Padres Basilianos

ORDEM DE SÃO BASÍLIO MAGNO

(Basilianos de São Josafat)

 

A Ordem Basiliana de São Josafat, é uma congregação religiosa pertencente à Igreja Católica do Rito Oriental Bizantino.

A sigla, OSBM (Ordem São Basílio Magno). É o título oficial dos Estatutos. A congregação Basiliana é conhecida como, Ordem Basiliana de São Josafat, porque foi São Josafat Kuntzevitch que reformou a Ordem de São Basílio (1607-1623).

A congregação Basiliana têm as Constituições próprias. Os membros da Congregação prestam os três votos, de pobreza, obediência e castidade, aprovados pela Santa Sé Apostólica.

O carisma da Congregação Basiliana é a divulgação do Reino de Deus através da palavra proclamada compreendida nas missões, através da palavra escrita (jornais, revistas, livros e outros meios de comunicação), a formação, e  pregação de retiros.

A vida religiosa está centrada na vivência em comunidade. A espiritualidade é Oriental, dando profunda ênfase aos ícones. O emblema da Congregação, a chama de fogo ardente, é sinal do amor a Deus e ao próximo.

A Divina Liturgia celebrada é a de São João Crisóstomo. Nas comunidades onde os ucranianos entendem a língua ucraniana celebra-se a Divina Liturgia no idioma ucraniano. Onde já houve uma intensa assimilação à língua portuguesa e as pessoas já não entendem a língua ucraniana as celebrações são realizadas em língua portuguesa, porém, sempre no rito Oriental Bizantino.

O trabalho catequético nas paróquias segue diretrizes próprias, bem como a pastoral que são aprovadas pela Eparquia São João Batista, cuja a sede é na cidade de Curitiba.

 

HISTÓRICO DE BASÍLIO MAGNO

São Basílio, nasceu em Cesaréia – Ásia Menor (329-379). Foi bispo e arcebispo da Cesaréia. Foi um grande personagem sob muitos aspectos: proveio de uma família aristocrática, isto é, rica materialmente e intelectualmente, personagem de destaque na sociedade pelas suas obras escritas ou praticadas, principalmente na vida cristã. Basílio herdou essa aristocracia de seus pais. Foi um sábio no campo das ciências e sábio no campo cristão. Com os bens materiais herdados de sua família, construiu abrigos para os pobres. Na formação instruía seus seguidores a serem generosos para Deus e ao próximo.

 Confessor e Doutor da Igreja, recebeu o título de Pai de todos  Religiosos do Oriente, pai dos padres Basilianos.

Foi escritor e teólogo. Sua primeira obra escrita foi sobre o Espírito Santo. Destacou-se como defensor da fé ameaçada pela heresia ariana, que colocava em dúvida a divindade de Jesus. Foi o pioneiro da vida monástica no Oriente. É conhecido, sobretudo pelas Regras Monásticas que escreveu como orientação aos monges.

Em 370 foi bispo de Cesaréia da Capadócia, num ambiente minado por desvios doutrinais e por cismas.

É chamado Magno em virtude de sua intensa atividade pastoral, de sermões e escritos em defesa da fé cristã católica. Criou na cidade de Cesaréia uma verdadeira cruzada de serviços aos pobres, fundando hospitais, asílos, casas de repouso, escolas de artesanatos, etc.

Basílio magno foi perseguido e maltratado por adversários da Igreja, e foi levado para ser julgado no tribunal diante o rei Valentino (364-379). Diante de muitas ameaças, inclusive de confisco de bens e a pena de morte, Basílio calmamente declara ao rei: “me ameace com outras ameaças, porque essas não me assustam”.

Basílio foi um grande pregador do Evangelho. Suas palavras eram como fogo que aquece os corações e queima o cisco do pecado. Escreve São Efraim que viu uma certa vez no ombro do Bispo Basílio uma pomba branca e afirmou: “Grande és meu Deus. Basílio é a chama ardente através da qual fala o Espírito Santo”. A chama de fogo é o símbolo do amor heróico a Deus e ao próximo.

 São Basílio morreu jovem, aos 50 anos de idade, mas foi suficiente para que deixasse para a Igreja grande herança. Como o mais douto na Igreja sobre o Terceira Pessoa da Santíssima Trindade, o Espírito Santo, vida comunitária e atendimento aos mais necessitados. Mas principalmente deixou a Ordem de São Basílio o Grande, que continua sendo o ornamento da Igreja de Cristo até os dias atuais.

 

HISTÓRICO DE SÃO JOSAFAT  KUNTZEVITCH

O santo mártir Josafat Kuntzevitch, nasceu na Ucrânia no ano de 1580, de pais ortodoxos, Gabriel e Maria Kuntzevitch. Desde muito pequeno viveu uma vida santa e através da Divina Liturgia e Liturgia das Horas. Em busca da verdade, voltou-se a comunhão com a Igreja Católica. Josafat não foi o único. Como ele, em 1596 bispos ucranianos e bielo-russos da jurisdição do Metropolita de Kiev decidiram confirmar sua união com a Sé Apostólica de Roma através do “Tratado de Brest”. Estes povos viram a Igreja Romana como a única mãe de toda a comunidade cristã, prestando a ela a devida obediência e veneração. Com freqüência, a história de São Josafat confunde-se com a história do Tratado de Brest.

São Josafat mártir pela união das Igrejas; reformador da Ordem de São Basílio Magno, é o ícone dos religiosos e padroeiro do ecumenismo.

São Josafat destaca-se como a estrela da santidade, homem de oração, amante da Divina Liturgia, e Liturgia das Horas, da oração e do silêncio. Nestes fundamentos ele reforma a Ordem de São Basílio Magno em companhia de João Velhamen Rutskyj (1607-1623). Oferece sua vida em sacrifício pela unidade da Igreja de Cristo.

O amor a Deus levou Josafat para uma profunda e viva oração, união com irmãos com Deus. Por esse motivo a Igreja lhe deu o título de: São Josafat, mártir pela união das Igreja e o reformador da Ordem de São Basílio Magno.

De monge Basiliano,  Josafat tornou-se arquimandrita (abade) e, mais tarde bispo. Singularmente uma figura perfeita de bispo e um exemplar promotor e legislador da vida monástica. Josafat, também tornou-se arcebispo de Polotsk e Vitebsk, foi afamado pela santidade de sua vida e pelo seu zelo apostólico, sendo um intrépido defensor da unidade. Por esta unidade Josafat lutou toda a sua vida e também por ela morreu como mártir.

Josafat foi perseguido com amargo ódio e com planos sanguinários pelos ortodoxos que eram contra a reunificação da Igreja com a Sé Apostólica de Roma. Em 12 de novembro de 1623, foi ferido de forma inumana e cruelmente assassinado quando se dirigia para a celebração da liturgia das horas e depois à Divina Liturgia. 

 

São Josafat amante de Deus

Desde os mais tenros anos de sua vida, Ivan (nome herdado no Batismo) Kuntzevitch, foi educado para direcionar a sua vida ao amor a Deus: “crescia nos anos e sua alma constantemente era direcionada a Deus e amor ao povo” (Vida de  São Josafat).

Quando ainda criança, rezando diante de um crucifixo de Jesus crucificado, na igreja de Santa Bárbara em Volenchk, fixado no ícone do Jesus crucificado, curioso pergunta à sua mãe Parasquevia: “porque esse homem está pregado na cruz?”. A mãe simples, mas profundamente religiosa responde ao filho Ivan: “É Jesus Deus, que se deixou pregar na cruz por amor e salvação da humanidade”. Naquele momento o pequeno Ivan sentiu uma centelha se romper do crucifixo e pousar no seu coração. A partir desse momento Ivan crescia no amor a Deus e com o firme propósito de até a morte crescer em Deus e amor ao próximo. Nesse ideal viveu  toda a vida até derramar o sangue de martírio.

 Aos quinze anos, Ivan se perguntava, discernindo sua vocação: “Qual a minha meta?”

Vivia na honestidade e amor a Deus e ao próximo. Seus conterrâneos admiravam sua vida de oração, sempre ativa e cheia de amor ao próximo. Essa foi a primeira missão de João Kuntzevitch, missão do bom exemplo.

O jovem Joãozinho desde pequeno foi profundamente interessado pelos estudos científicos, a oração e adquirindo boas virtudes, principalmente amor a Deus e ao próximo Com o seu comportamento influenciou a todos, sejam crianças, jovens ou idosos, todos admiravam sua alegria, delicadeza com o próximo. Do jovem João nunca se ouviram palavras que ofendessem alguma pessoa. Por isso tornou-se amado por todos de Volodemersk, sua terra natal.

Ainda leigo fiel, participava com grande zelo e amor das Divinas Liturgias e liturgia das horas. Mais tarde, já como sacerdote Basiliano, superior do mosteiro, como bispo e arcebispo, se dirigia para as celebrações com alegria e fome do amor de Deus. A Divina Liturgia era para Josafat (nome adquirido no mosteiro durante os primeiros votos), fonte de vida espiritual. Diziam dele: quando padre Josafat,  depois bispo e arcebispo, celebrava a Divina Liturgia com tanto recolhimento que parecia ser como um anjo.

Para a celebração da Divina Liturgia preparava-se com longas orações, jejum e meditações. Aproximava-se do altar com profundo respeito exterior e interior. Seu jeito de celebrar a Divina Liturgia era um exemplo de amor a Deus. Diziam que seu jeito de celebrar era uma profunda homilia.  

Antes de atender as confissões fazia jejum e muita oração. Se fosse necessário ele mesmo se aproximava do confessor para confessar-se e receber a absolvição.

Desde o início de sua vida religiosa no mosteiro Basiliano, Josafat passava horas e horas na capelinha São Lucas, meditando e rezando no profundo silêncio. Josafat foi um batalhador contra as más tendências e tentações. Depois das orações visitava aos doentes, os ortodoxos separados.

 

Reforma da Ordem Basiliana

        Na Idade Média, (1607-1616) em Vilna, a ordem de São Basílio se encontrava em decadência, principalmente espiritual. Josafat foi o iniciador  da reforma no mosteiro de Vilna a partir da celebração da Divina Liturgia e da liturgia das horas. Essa foi a base da reforma.

       Historicamente em Vilna, a época era de imensa desordem, principalmente para os catolicos, pois eram perseguidos e maltratados pelos irmãos ortodoxos. Josafat junto com seu amigo Metropolita José Rutskyj, em orações e obras, eram inabaláveis na reforma da Igreja e da Ordem  Basiliana. Para os seus seminaristas e leigos, o principal testemunho e ensinamento era a vida espiritual como as orações, meditações, contemplações, sobretudo a Divina Liturgia.

      Josafat era assíduo no seu apostolado. Tinha dotes naturais para fazer amizades e a divulgação do Reino de Deus, e os  dotes que não tinha naturalmente  adquiria através das práticas diárias. Dizia aos seus seminaristas: Se alguém não tem dons naturais deve adquiri-los pelo esforço diário. Que ninguém diga que não tem capacidade ou dons para trabalhar na vinha do Senhor (Vida de São Josafat ).

      Colocou fundamento não somente nos muros dos mosteiros, mas principalmente na vida espiritual, dos jovens seminaristas.

       Para a reforma da Ordem utilizou muitos materiais do rito latino, principalmente a dos padres Jesuítas da Polônia. Tanto Josafat Kuntzevitch como o Metropolita José Rutskyj tinham uma visão ampla e aberta. No ano de 1604, o mosteiro em Vilna estava vazio e abandonado, mas no ano 1614 já se encontravam sessenta jovens seminaristas, formados, com uma vocação discernida. A partir daqui o número dos vocacionados crescia.

       No ano de 1617 os seminaristas Basilianos estavam atuando em cinco comunidades, Vilna, Betenh, Jerovetch, Novhorod e Minchk. Essa foi a primeira etapa da reforma da Ordem dos Basilianos.
      
Nos anos de (1617-1623) em Bielorussia.  No ano 1617 começa a segunda etapa da reforma da Ordem dos Basiliana, na Bielorussia. Como em Vilna, assim também aqui inicia-se com a reforma espiritual.

      Josafat poderia permanecer em Vilna, pois ali tinha conquistado grande amizade e consideração. Mas obediente ao chamado e a vontade de Deus vai enfrentar a mais difícil e desorganizada comunidade, na Bielorussia. Os monges Basilianos, também aqui, estavam em decadência, principalmente espiritual. Nos mosteiros não havia espírito religioso, reinava o individualismo e o egoísmo. Viviam  acomodados, sem ideal e sem oração. As Regras de São Basílio se tornaram letra morta. Para a Bielorussia vieram com Josafat Kuntzevitch e José Rutskyj alguns monges de Vilna. Como em Vilna também na Bielorussia os Jesuítas foram a mão direita para a reforma da Ordem.

        Quando os mais poderosos viram a nova caminhada dos Basilianos, sua dedicação em prol da Igreja de Cristo, ofereciam suas doações materiais para a melhoria dos mosteiros e manutenção dos monges.“Deus ajudava misteriosamente aos Basilianos reformados” (São Josafat- Biografia).

Josafat foi fiel servo de Deus, fiel religioso Basiliano, fiel sacerdote, bispo e arcebispo, graças a Deus, e a seu constante esforço e doação a Deus.

        Foi canonizado pelo Papa Pio IX, dia 29 de junho de 1867. Seu corpo permanece inalterado, milagrosamente intacto,  se encontra na Basílica de São Pedro em Roma.

 

Basilianos na atualidade

       Encontram-se atuando em diversos países, entre os quais se destacam a Ucrânia, Eslovaquia, Romênia, Polônia, Hungria, Canadá, Brasil, Argentina, Estados Unidos e Portugal. No Brasil compõem a ordem 115 membros.

       No trabalho específico os Basilianos no Brasil atuam em 11 paróquias: Curitiba, Natividade de Nossa Senhora – Rua Martim Afonso; Santa’Ana – Curitiba – Bairro Pinheirinho; Santíssima Trindade - Campo Mourão - PR; Assunção de Nossa Senhora – Guarapuava - PR; Sagrada Família - Iracema - SC; Imaculado Coração de Maria – Irati - PR; Sagrado Coração de Jesus – Ivaí – PR; Em Ivaí está situado o Noviciado dos Padres Basilianos;  Natividade de Nossa Senhora – Pitanga - PR; Transfiguração de Nossa Senhor Jesus Cristo (Bom Jesus) - Ponta Grossa - PR; São Josafat – Prudentópolis - PR; Imaculada Virgem Maria (bi-ritual) - São Paulo - SP, São José - Cantagalo - PR.




Padres Basilianos no Brasil

Igreja Ucraniana no Brasil

 

            A  Igreja Greco-Católica Ucraniana, no Brasil nomeada de Igreja Católica Ucraniana ou Igreja Ucraniana Oriental do Rito Bizantino. Essa Igreja está unida ao sucessor de Cristo, o Papa, hoje Bento XVI. Oficialmente recebeu o cristianismo pelo príncipe Volodemer O Grande de Kiev, no ano de 988.

            A Igreja Católica Ucraniana é a maior igreja particular sui juris do Rito Oriental em plena comunhão com a Santa Sé, e está diretamente sujeita ao Papa de Roma. O Primaz desta Igreja, em união com o Papa, ocupa o cargo de Arcebispo-Mor de Kiev, Dom Lubomyr Husar, tendo como seu auxiliar o bispo brasileiro, Dom Dionísio Lachovicz, OSBM.

            Hoje a Igreja Católica Ucraniana está presente em muitos países e conta com aproximadamente 40 bispos em quatro continentes, além de três metropolitas, na Polônia, Estados Unidos e Canadá.

            A população dos descendentes de ucranianos no Brasil, conta com aproximadamente 500 mil pessoas. Os principais núcleos dos ucranianos estão nos estados do Paraná e Santa Catarina. O maior número dos ucranianos no Brasil pertence à Igreja Católica Ucraniana.

            O Eparca da Igreja católica ucraniana no Brasil é Dom Volodemer Koubetch, OSBM, cuja sede eparquial é a de São João Batista em Curitiba, seus bispos auxiliares são Dom Meron Mazur, OSBM, e Dom Daniel Koslinski. Temos o bispo emérito Dom Efraim Basílio Krevey, OSBM.

            Atualmente a igreja ucraniana no Brasil possui 25 paróquias, 223 comunidades com suas capelas, e 78 sacerdotes.

 

Padres  Basilianos no Brasil

            No dia 25 de janeiro de 1897, os primeiros ucranianos vindos da Ucrânia para o Brasil, liderados pelo Sr. João Degan, escreveram uma carta dirigida ao Metropolita Cardeal da Galícia, Ucrânia, Dom Silvestre Sembratovitch, solicitando que enviasse sacerdotes Basilianos para dar-lhes a assistência espiritual, uma vez que já haviam vindo alguns sacerdotes diocesanos, porém devido a adversidades não puderam permanecer no Brasil.

            Em 21 de junho de 1897 chegou ao Brasil, à cidade de Curitiba, o primeiro padre da Ordem Basiliana de São Josafat, o Pe. Silvestre Kizema, OSBM. Esse foi um grande pastor dos fieis e deu os primeiros impulsos de evangelização para os ucranianos no Brasil.

            Em 1898 vieram o Pe. Antônio Martenhuk, OSBM e o frade Sofron Chorostechuk, OSBM, o qual logo faleceu.

            Em 21 de novembro do ano 1900 chegou o Pe. Metrofano Machnhak, OSBM, mas logo voltou para Ucrânia.

            No ano 1902 chegou o Pe. Meron Inácio Chmileuski, OSBM, Pe. Marquiano Chkirpan, OSBM, Pe. Clemente Carlos Bjuchouski, OSBM e o frade Gabriel Stefano Budnei, OSBM.

            Em 1904 o Pe. Marquiano Chkirpan, OSBM, incentivou a construção da igreja de São Basílio o Grande em Prudentópolis, Nossa Senhora do Patrocínio, na Linha Esperança, Natividade de Nossa Senhora, em Eduardo Chaves, Transfiguração do Senhor, em Linha Piquiri, São Demétrio em Coronel Borman.

            A pedido do Pe. Marquiano Chkirpan, OSBM, chegam da Ucrânia, Pe. Kerelo Constanten Simkiv, OSBM, Pe. Auxêncio Oleksander Tetla, OSBM, que logo voltou para Ucrânia, o Pe. Rafael Roman Krenetzkey, OSBM, Pe. Januário João Kotzelouskiy, OSBM e Pe. Eustáquio Turkoved, OSBM.

            No ano 1911, o Pe. Clemente Carlos Bjuchouski, OSBM,  tendo feito uma viagem para Ucrânia, de volta chegaram com ele o Pe. Mechailo Berejuk e Pe. Ivan Michalhtchuk, o Pe. Pedro Osintchuk diocesanos, os quais ingressaram na Ordem dos Padres Basilianos, e o frade Polievkt Petro Melhnek.  Junto também chegaram as  primeiras religiosas, Irmãs da Imaculada Virgem Maria, para catequizar as crianças e ajudar os padres nas missões. Foram elas: Irmã Anatólia Tecla Bodnar, Salomia Maria Kovalechen, Sofia Ana Pamalech, Olena Kutcher, Eumélia Emília Klapoustchak, Valdomira Volodeslava Pienhonjek e Olga Maria Lukatch.

            Chegam da Ucrânia para o Brasil, entre os anos de 1923-1930 o Pe. Bartolomeu Senhuta, OSBM, Pe. Ilário Jedan, OSBM, esse volta para Ucrânia em 1924, Pe. Josafat Choma, OSBM, Pe. Nicolau Lesko, OSBM, os frades Marquiano Mospan, OSBM e Laurenço Struk, OSBM.

            Entre 1930-1934 chegam ao Brasil os padres Benedito Melhnek, OSBM e Pe. Ipátio Mayka, OSBM,

1937 Pe. Melécio Kernetzkey, OSBM e Pe. Orest Dub, OSBM.

1938 Pe. Irenarko Malanhak, OSBM.

1939 Pe. Orestes Karplhuk, OSBM.

1940 Pe. Cristóforo Meskiv, OSBM – fundador do Instituto das Catequistas do Sagrado Coração de Jesus, e o Pe. Rafael Lotosky, OSBM.

1942 Pe. Nicolau Ivaniv, OSBM.

1946 Pe. Mateus Siantchak, OSBM. Esse logo voltou para Canada.

1947 Pe. Pedro Baltzar, OSBM, Pe. Doroteo Semtchij, OSBM, Pe. Metódio Netchka, OSBM, Pe. Pancrácio Nhunhka, OSBM.

1948 Pe. Sóter Holek, OSBM. Esse logo volta para U.S.A., Pe. Ireneu Vichorenskij, OSBM e o frade Mariano Chalupa, OSBM.

            Graças a esses fiéis apóstolos de Cristo, sejam sacerdotes, religiosos, religiosas ou leigos, hoje temos a Igreja Católica Ucraniana no Brasil, em plena atividade apostólica, propagando o Reino de Deus e evangelizando com muita fidelidade. Que Deus seja louvado pelos nossos antecessores e grandes evangelizadores. A partir deste tempo o Brasil inicia a formação de seus próprios sacerdotes, religiosos e religiosas, desta forma tendo a possibilidade de hoje auxiliar à terra mãe Ucrânia, e demais países onde encontram-se os descendentes de ucranianos.